quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vende-se

Quem precisa de alguém para lavar sua louça?
                                     Eu me ofereço.
Alguém precisa de ajuda com o cachorro?
                                      Eu me ofereço.
Precisam de alguém que te passe a roupa?
                                       Eu me ofereço.
Alguém aí quer uma babá para teu filho?
                                      Eu me ofereço...
Estou aqui ó,
                       Aceito qualquer dinheiro ó,
                                                         Nem precisa assinar carteira ó...

Só quero alimentar os meus,
Só preciso de uma roupa simples para usar,
Só necessito de um dinheirinho para me sustentar.
            
Vendo minha força...
                                 Vendo minha vitalidade,
                                                               Minha liberdade eu vendo.

Vende-se:
A alma de um ser humano
Que só quer/precisa comer!

Anne Rangel

terça-feira, 12 de julho de 2011

Nosso jeito

Hoje acordei meio cansada das minhas indecisões, dos meus medos, de tudo aquilo que me atrapalha e de repente comecei a pensar sobre nós. Não sobre as coisas que já vivemos juntos ou que já se passaram, mas em nós, como duas pessoas, que por alguma razão não se acertam.

É simplesmente uma coisa que eu nunca entendo. Passamos ás vezes meses sem se falar, por motivos tão bobos que nos fazem parecer crianças. E, no entanto, quando você aparece, parece que esse tempo todo não foi nada e aí começa tudo de novo.

Gosto de quando converso com você. De verdade, e não aquelas brincadeiras bestas que a gente tem, que de vez em quando, se transformam em brigas. Gosto do seu jeito de falar comigo como se eu fosse uma garota teimosa, mais ainda do jeito que você faz com que eu me sinta especial, gosto do seu sorriso, e de como você parece me conhecer tão bem. Gosto de como ficamos fofos juntos e da sensação gostosa que isso me dá. Na verdade, gosto de tantas coisas em você que isso me dá raiva, porque eu não consigo dizer isso para você de jeito nenhum e muito menos para as outras pessoas. Sim, acho que gosto de você afinal, mas não daquele jeito apaixonado de se fazer loucuras. Gosto de você do meu jeito, do nosso jeito.

Depois de muito pensar, acho que o nosso problema é o “nosso jeito” de gostar, é um jeito esquisito, meio não ligando, mas se importando até demais. Sentimos ciúmes um do outro e muitas vezes, parecemos aqueles velhinhos que implicam um com o outro só para ver que reação isso dá.

Talvez nunca tenhamos tentado de verdade, porque sabemos que quando tentarmos não tem mais jeito, seremos só nós dois. E talvez uma casa, um cachorro e um monte de filhos. Ou talvez a história se acabará de vez e será só uma lembrança boa de juventude. De qualquer forma, essa é a nossa história e não mudaria nada nela, pois gosto de ter você aqui, do meu jeito.

Thalyne Carneiro

terça-feira, 5 de julho de 2011

Cara Errado



Ele pode até não ser o cara certo.
Aquele por quem eu espero há tanto tempo.

Mas que ele me faz bem sendo o "errado"...
Ah... Isso faz.

Thalyne Carneiro

terça-feira, 28 de junho de 2011

Assim deve ser!


O que mais nos prende –entranhados dentro de nós mesmos- são nossos medos, aflições.
Eles nos fazem pecar, errar, cair, como já ouvi dizer, não lembro onde ‘gastamos mais energia evitando o que não queremos -tememos- do que correndo atrás de nossos sonhos’.
Acabamos tendo a falsa sensação que nossos sonhos são inalcançáveis, mas não o são, pois na verdade nem tentamos, mas para arranjar desculpas para o ‘não fazer’ temos muita energia.
Hoje deixamos o comodismo tomar conta, hoje a preguiça dita como devemos NÃO preencher nosso tempo.
Onde estão os jovens que lutaram pelas mudanças políticas no decorrer da historia? A mudança deve parar já que conseguimos libertar os escravos? A mudança deve parar agora que as mulheres podem votar?
Há tanto ainda para conquistar, mas não sabemos por onde começar - queremos começar?- pois deixamos assim estar por falta de coragem.
O próprio medo de encararmos nosso medo nos impede. Falta-nos o sopro, não! Erro meu, não nos falta o sopro, falta-nos percebê-lo e confiar que somos aquele povo que errou ao queimar aqueles que julgamos nas cruzadas.
Mas também somos o povo que ama, há melhor exemplo do que pensar N’aquele que morreu de braços abertos por pessoas que nem lhe davam credibilidade?
Jovens, levantem-se, todos tem medo de nós porque temos o poder de mudar o mundo, e não podemos nos convencer do contrário ou todos ficarão insatisfeitos com o modo como o mundo está;
Mas ele muda se houver a coragem de confiar no sopro do Espírito que tudo preenche. Não podemos fugir, pois o dever é nosso.
A começar por mim.

Anne Rangel

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Twitter

Sigam @anneraangel         e             @thalynecarneiro                    ^^

É nehhhh...

Quando falamos da vida dos artistas não é fofoca... Assim como quando compartilhamos informações – alheias e sem intenção - da vida dos outros com nossa melhor amiga!!!


Anne Rangel